Quem Sou

Malu Aguiar

Malu Aguiar

Hipnoterapeuta, coach, terapeuta corporal e de arte integrativa

Meu percurso é bastante diverso. Ainda na adolescência, iniciei pesquisas no campo da arte, psicanálise, psicossomática, bioenergética e filosofia, o que foi essencial para o meu autoconhecimento e um norte em minha trajetória.

Desde o início da minha vida profissional, atuei no meio corporativo em instituições comerciais, financeiras e na indústria, na área de treinamento. Porém, meu interesse sempre recaiu sobre o autoconhecimento e a arte, por isso criei e dirigi uma escola de artes com abordagem terapêutica.

Há mais de 20 anos, atuo em consultoria em treinamento e em atendimentos terapêuticos, como também ministro palestras e workshops sobre autoconhecimento, saúde e bem-estar.

Atualmente venho estudando as novas descobertas das ciências no campo da biologia e física quântica e sua relação com a vida cotidiana e como utilizar esses saberes para encontrar mais plenitude e felicidade no aqui e agora.

Vida e Arte

Venho de uma numerosa família de mulheres e sou mãe de uma jovem. Durante o período de 2003 a 2007, atuei como artista visual construindo autorretratos através de fotografia. Tratava-se de um movimento investigativo de autoconhecimento e que pretendia discutir o papel social da arte mas também a transcendência das questões pessoais e do cotidiano através do fazer artístico, buscando refletir sobre condicionamento cultural e papéis sociais atribuídos a mulher.

A partir de minha própria vivência e conhecimentos, venho apoiando minhas clientes em seus processos de mudança, autoconhecimento, empoderamento e busca pelo equilíbrio e saúde física, mental e emocional. Venho, através de meu trabalho, inspirando mulheres a investir em seus sonhos e colocar ação em projetos pessoais e profissionais. Juntas, estamos contribuindo para a construção de um mundo melhor para as próximas gerações.

Como artista visual, sempre apreciei mais a arte relacional (relações de troca; o afetar e permitir ser afetado) do que a produção de objetos artísticos. Participei de dois ateliês coletivos onde desenvolvi meu trabalho de pesquisa em fotografia com autorretratos e, posteriormente, em arte relacional através de instalações e vídeos, iniciando minha pesquisa em performance.

Rubens Espírito Santo foi meu orientador durante 5 anos e participei de seu projeto Grupo de Terça e Universidade Livre de Arte. Expus 2 anos consecutivos na Casa do Olhar (Santo André – SP), com fotografia (autorretratos) “Série Cross” e com a instalação “Solilóquio” (prêmio aquisição); participei de exposição coletiva na Fundação Alice Seiler (Blumenau – SC) com Jac Leirner e Atelier do Centro com a instalação “Espaço Exíguo”; desenvolvi o Projeto Multimídia Com.E.Nos (comunicação entre nós) com a participação de artistas e não artistas, como a atriz Rita Porto e o músico Luciano Sallun; participei da Invasão da 28ª Bienal de São Paulo com os “Cidadãos Dançantes” de Ivaldo Bertazzo e GEM – Grupo Experimental de Música.

Iniciei o estudo de Microperformances com Daniel Barra, participando da Oficina de Criação e Estudo sobre o ordinário e de sua Plataforma de Pesquisa. Fui coach do coreógrafo Edson Lima e diretora de Arte do Núcleo Ximbra – grupo de dança contemporânea. Dirigi o espetáculo Uma Partidança e dessa parceria também nasceu o espetáculo “Fôlego” e a performance “Percurso” apresentada com o Núcleo Ximbra e convidados na Galeria Olido (SP) e entorno. Orientei os coreógrafos Roges Dolglas e Claudia Nwabasali da Cia.Pé no Mundo.

Fui Coach da bailarina e coreógrafa Evelin Bandeira e atualmente sou orientadora artística de sua companhia de dança, o Núcleo Rodarte. Estou atuando no projeto de seu espetáculo solo “Apenas o Fim do Mundo”, uma obra transdisciplinar que conta com a participação de diversos artistas visuais do mundo inteiro para a montagem de uma instalação coreográfica e com o projeto (re)conexão, ao lado da fotógrafa Camila Fontenele, que reúne somente mulheres da dança e do audiovisual.

Para pessoas que querem mudar o mundo e sabem que qualquer mudança começa dentro de si mesmas.

 

Vida e Arte

Venho de uma numerosa família de mulheres e sou mãe de uma jovem. Durante o período de 2003 a 2007, atuei como artista visual construindo autorretratos através de fotografia. Tratava-se de um movimento investigativo de autoconhecimento e que pretendia discutir o papel social da arte mas também a transcendência das questões pessoais e do cotidiano através do fazer artístico, buscando refletir sobre condicionamento cultural e papéis sociais atribuídos a mulher.

A partir de minha própria vivência e conhecimentos, venho apoiando minhas clientes em seus processos de mudança, autoconhecimento, empoderamento e busca pelo equilíbrio e saúde física, mental e emocional. Venho, através de meu trabalho, inspirando mulheres a investir em seus sonhos e colocar ação em projetos pessoais e profissionais. Juntas, estamos contribuindo para a construção de um mundo melhor para as próximas gerações.

Como artista visual, sempre apreciei mais a arte relacional (relações de troca; o afetar e permitir ser afetado) do que a produção de objetos artísticos. Participei de dois ateliês coletivos onde desenvolvi meu trabalho de pesquisa em fotografia com autorretratos e, posteriormente, em arte relacional através de instalações e vídeos, iniciando minha pesquisa em performance.

Rubens Espírito Santo foi meu orientador durante 5 anos e participei de seu projeto Grupo de Terça e Universidade Livre de Arte. Expus 2 anos consecutivos na Casa do Olhar (Santo André – SP), com fotografia (autorretratos) “Série Cross” e com a instalação “Solilóquio” (prêmio aquisição); participei de exposição coletiva na Fundação Alice Seiler (Blumenau – SC) com Jac Leirner e Atelier do Centro com a instalação “Espaço Exíguo”; desenvolvi o Projeto Multimídia Com.E.Nos (comunicação entre nós) com a participação de artistas e não artistas, como a atriz Rita Porto e o músico Luciano Sallun; participei da Invasão da 28ª Bienal de São Paulo com os “Cidadãos Dançantes” de Ivaldo Bertazzo e GEM – Grupo Experimental de Música.

Iniciei o estudo de Microperformances com Daniel Barra, participando da Oficina de Criação e Estudo sobre o ordinário e de sua Plataforma de Pesquisa. Fui coach do coreógrafo Edson Lima e diretora de Arte do Núcleo Ximbra – grupo de dança contemporânea. Dirigi o espetáculo Uma Partidança e dessa parceria também nasceu o espetáculo “Fôlego” e a performance “Percurso” apresentada com o Núcleo Ximbra e convidados na Galeria Olido (SP) e entorno. Orientei os coreógrafos Roges Dolglas e Claudia Nwabasali da Cia.Pé no Mundo.

Fui Coach da bailarina e coreógrafa Evelin Bandeira e atualmente sou orientadora artística de sua companhia de dança, o Núcleo Rodarte. Estou atuando no projeto de seu espetáculo solo “Apenas o Fim do Mundo”, uma obra transdisciplinar que conta com a participação de diversos artistas visuais do mundo inteiro para a montagem de uma instalação coreográfica e com o projeto (re)conexão, ao lado da fotógrafa Camila Fontenele, que reúne somente mulheres da dança e do audiovisual.

Para pessoas que querem mudar o mundo e sabem que qualquer mudança começa dentro de si mesmas.